Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

QUE FALTA DE SORTE......E QUE VERGONHOSA ARBITRAGEM!!!

Quase duas dezenas de oportunidades claras de golo para o Benfica, um penálti falhado e um contra-ataque (de quatro jogadores contra um) desperdiçado pelo Boavista. Num jogo disputado a um ritmo pouco habitual no futebol português, apenas faltaram os golos. Os “encarnados” chegaram a massacrar em vários momentos do jogo, mas a equipa de Jaime Pacheco esteve intransponível na defesa, com Peter Jehle a fazer uma exibição de sonho. O Benfica mantém o segundo lugar em igualdade pontual com o Guimarães, mas o Sporting já só está a dois pontos.

Com a vitória dos “leões” e os empates de Setúbal e Guimarães, uma vitória no Bessa garantia ao Benfica o segundo lugar isolado e mantinha os rivais de Lisboa a quatro pontos de distância. Chalana tinha mesmo definido o jogo como “uma final”. Para o Boavista, o encontro também era importante: após uma semana muito conturbada, com o processo disciplinar da Liga de clubes no caso Apito Final, notícias de salários em atraso e o castigo a Jaime Pacheco (viu o jogo na bancada), subia ao sexto lugar, que este ano deve garantir um lugar europeu, em caso de vitória. E as duas equipas mostraram em campo que queriam mesmo ganhar. Só na primeira parte assistiu-se a 11 lances para golo para os dois lados.

Com Luisão, surpreendentemente, no banco – Edcarlos continua a comprometer e Katsouranis faz falta no meio-campo –, Chalana escolheu “o sistema que se apresentava no tempo” em que o agora treinador do Benfica jogava: 4x2x2 em losango com Nuno Gomes e Cardozo a formarem a dupla atacante. Rui Costa e Rodriguez ficavam responsáveis pela criatividade e classe do centro do terreno, Petit e Maxi eram os “carregadores de piano”. No Boavista não houve qualquer surpresa – Pacheco manteve-se fiel ao 4x3x3 e contava com os regressados Moisés e Laionel, que tinham falhado a última jornada por lesão.

Ao intervalo, os cerca de vinte mil adeptos aproveitaram para descansar. Jogado a um ritmo diabólico, com oportunidades consecutivas para as duas equipas, quase à cadência de uma por cada dois minutos, a partida foi das melhores que se viu este ano na Liga. As “águias” tiveram quase sempre o domínio e beneficiaram de mais lances de perigo – Rodriguez aos 7’, 13’ e 44’; Nuno Gomes aos 15’ e 25’; Rui Costa aos 17’ e Cardozo aos 30’ e 33’ –, mas o Boavista, depois de desperdiçar duas excelentes ocasiões de golo por Laionel (19’) e Jorge Ribeiro (23’), teve aos 24 minutos a melhor de todas: Edcarlos cometeu uma grande penalidade clara sobre Zé Kalanga, mas Jorge Ribeiro acabou por rematar fraco e permitir a defesa a Quim. Com pouquíssimas faltas e paragens, os primeiros 45 minutos passaram rapidamente. Só faltavam os golos.

A segunda parte foi um déjà vu: muitas oportunidades para o Benfica, Peter Jehle a defender tudo e o Boavista em contra-ataque a desperdiçar ocasiões flagrantes. Jehle teve numa noite memorável e o minuto 65’ o seu momento alto, quando efectuou duas defesas fabulosas. Ontem, no Bessa, o Benfica fez provavelmente uma das melhores exibições dos últimos anos. A intensidade à volta do jogo não se ficou por aqui: houve confrontos entre adeptos no exterior do estádio antes do início, e no final o ambiente aqueceu no túnel de acesso aos balneários, com alguns jogadores “encarnados” a queixarem-se junto do árbitro de dois penáltis não assinalados.

MAIS UMA VEZ UMA VERGONHOSA ARBITRAGEM DO SR LUCILIO BAPTISTA.....COMO É POSSIVEL ESTAR A 3 METROS E NÃO VER UM JOGADOR COMETER DUAS GRANDES PENALIDADES NO MESMO LANCE....E OUTRA JA NO FINAL DO ENCONTRO...



publicado por slbalmeida às 11:36
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